Descubra o ranking 2025 das nações mais tituladas na WTA!
Os Estados Unidos não dominaram simplesmente: devastaram o circuito

Com 14 títulos individuais, um recorde impressionante, a nação americana provou que possui a geração mais completa do ténis feminino moderno.
- Jessica Pegula liderou o esquadrão com 3 títulos (Austin, Charleston, Bad Homburg).
- Coco Gauff adicionou Roland-Garros e Wuhan ao seu palmarés, sem esquecer a United Cup em equipa.
- Madison Keys ofereceu um duplo: Adelaide + Open da Austrália.
- Anisimova, Kessler, Navarro, Jovic e Ann Li contribuíram cada uma para o edifício.
Rússia em emboscada: seis títulos e uma geração de fogo
A Rússia termina em segundo lugar, mas poderia ter disputado o primeiro lugar sem a « team USA ».
Com seis títulos, apoia-se numa armada de jovens lobas impressionantes:
- Mirra Andreeva: Dubai e Miami
- Diana Shnaider: Monterrey
- Anna Blinkova, campeã em Jiangxi
- Ekaterina Alexandrova, vencedora em Linz
- Anastasia Potapova, vitoriosa na Transilvânia.
A dupla surpresa: Bielorrússia e Canadá partilham o 3º lugar (4 títulos cada)

Impossível imaginar 2025 sem a dominação de Aryna Sabalenka, rainha do ténis mundial, que conquista: US Open, Madrid, Miami, Brisbane.
Quatro títulos, um estatuto de nº 1 mundial assumido, e a certeza de que, sozinha, ela carrega um país inteiro.
Canadá – Fernandez e Mboko, o ano da revelação
É a surpresa maior do ranking: o Canadá, graças à dupla Fernandez–Mboko, sobe ao 3º posto mundial, um feito inédito.
- Leylah Fernandez, finalmente recompensada, vence Washington e Osaka.
- Victoria Mboko, 18 anos, cria a faísca do ano ao ganhar o seu primeiro título WTA no Canadá, antes de adicionar Hong Kong.
Polónia e Cazaquistão: três títulos cada e rainhas sólidas

Iga Swiatek esperou pela segunda parte da época para explodir… mas que explosão: Wimbledon, o seu primeiro título em relva, sem contar Cincinnati e Seul.
Cazaquistão – Rybakina, imperial na final WTA
Elena Rybakina adiciona: Estrasburgo e Ningbo. E sobretudo as Finais WTA, uma primeira vez histórica para o seu país.
A notar também que a Suíça, a França, a Roménia, a Bélgica, a Austrália e a República Checa contam com dois títulos cada.
Por fim, esta diversidade reflete uma WTA profundamente imprevisível, onde novas figuras moldaram uma época rica em surpresas.