Durante muito tempo considerada como uma simples entrada em cena antes do grande espetáculo, a semana das qualificações impõe‑se agora como um evento por direito próprio. Entre emoções brutas, inovações espetaculares e afluência recorde, a Opening Week está a abalar os códigos do ténis mundial.
Em 1973, Billie Jean King fez muito mais do que derrotar Bobby Riggs: destronou um símbolo. Cinco décadas mais tarde, a «Batalha dos Sexos» renasce entre Aryna Sabalenka e Nick Kyrgios, mas desta vez o combate parece ter perdido a alma.
As redes sociais abriram uma era inédita para o ténis: aquela em que a notoriedade se constrói tanto no court como no Instagram. Mas até onde pode ir esta busca de visibilidade sem fazer vacilar o equilíbrio dos jogadores?
Da reforma controversa às declarações inflamadas, a Taça Davis continua a dividir. Entre a nostalgia dos antigos formatos e o amor inquebrantável pela camisola, os jogadores revelam as suas verdades sobre uma competição que, apesar de tudo, ainda faz vibrar os corações.
Antigo carrasco de Rafael Nadal em Wimbledon e herói da Taça Davis, Steve Darcis faz um balanço amargo sobre a evolução de uma competição que tanto amou.
A Bélgica esteve perto de levar a Itália a um duplo decisivo na primeira meia-final da Taça Davis em Bolonha. Mas Zizou Bergs falhou sete bolas de match contra Flavio Cobolli, antes de sucumbir. O capitão da equipa belga, Steve Darcis, falou sobre o encontro da sua equipa frente aos atuais duplos detentores do título.
Esta sexta-feira, a Itália e a Bélgica defrontam-se nas meias-finais da Taça Davis em Bolonha. Os capitães das duas equipas, Filippo Volandri e Steve Darcis, fizeram assim as suas escolhas. Em relação aos seus primeiros encontros da semana contra a Áustria e a França, não foi feita nenhuma alteração maior.