O termo Fan Week é cada vez mais popular no desporto. Com o objetivo de dinamizar o ténis e torná-lo atrativo aos olhos de todos, este evento, que se tornou indispensável em alguns torneios de maior relevo, conhece um sucesso crescente.
Durante muito tempo considerada como uma simples entrada em cena antes do grande espetáculo, a semana das qualificações impõe‑se agora como um evento por direito próprio. Entre emoções brutas, inovações espetaculares e afluência recorde, a Opening Week está a abalar os códigos do ténis mundial.
Em 1973, Billie Jean King fez muito mais do que derrotar Bobby Riggs: destronou um símbolo. Cinco décadas mais tarde, a «Batalha dos Sexos» renasce entre Aryna Sabalenka e Nick Kyrgios, mas desta vez o combate parece ter perdido a alma.
As redes sociais abriram uma era inédita para o ténis: aquela em que a notoriedade se constrói tanto no court como no Instagram. Mas até onde pode ir esta busca de visibilidade sem fazer vacilar o equilíbrio dos jogadores?
Quando a ATP decide competir com a Taça Davis, todo o calendário do ténis é abalado. Três cidades, 24 nações, pontos ATP em jogo… e um conceito que seduz os maiores.
Por muito tempo intocável, Novak Djokovic parece agora mais vulnerável face a Alcaraz e Sinner. Aos 38 anos, o sérvio suscita interrogações, reforçadas pelas declarações francas de Mischa Zverev sobre uma queda de forma perceptível.
Da Austrália à Coreia do Sul, um ponto sobre as escolhas de retoma de Carlos Alcaraz, Jannik Sinner, Coco Gauff, Aryna Sabalenka ou ainda Novak Djokovic.