O termo Fan Week é cada vez mais popular no desporto. Com o objetivo de dinamizar o ténis e torná-lo atrativo aos olhos de todos, este evento, que se tornou indispensável em alguns torneios de maior relevo, conhece um sucesso crescente.
Durante muito tempo considerada como uma simples entrada em cena antes do grande espetáculo, a semana das qualificações impõe‑se agora como um evento por direito próprio. Entre emoções brutas, inovações espetaculares e afluência recorde, a Opening Week está a abalar os códigos do ténis mundial.
Em 1973, Billie Jean King fez muito mais do que derrotar Bobby Riggs: destronou um símbolo. Cinco décadas mais tarde, a «Batalha dos Sexos» renasce entre Aryna Sabalenka e Nick Kyrgios, mas desta vez o combate parece ter perdido a alma.
As redes sociais abriram uma era inédita para o ténis: aquela em que a notoriedade se constrói tanto no court como no Instagram. Mas até onde pode ir esta busca de visibilidade sem fazer vacilar o equilíbrio dos jogadores?
Matteo Arnaldi viveu um ano 2025 de altos e baixos. Para recuperar, o 61.º do mundo dá-se um novo começo com Jean-Marcel du Coudray, um treinador experiente.
Após uma temporada em meia-tinta, Matteo Arnaldi quer virar a página. O jovem italiano, 61º do mundo, tomou uma decisão forte: separar-se do seu treinador histórico para recomeçar com novas bases em 2026.
A Itália venceu a Taça Davis pela terceira vez consecutiva em Bolonha na semana passada. O capitão Filippo Volandri falou sobre a mais recente vitória obtida contra a Espanha.