O ténis nunca para… ou quase. Por trás dos torneios em cadeia, os campeões devem aprender a parar para durar. De Federer a Alcaraz, investigação sobre essas poucas semanas decisivas onde tudo se joga: repouso, relaxamento, renascimento.
Duos míticos, formatos ousados, emoções partilhadas: a Hopman Cup abriu o caminho, a ATP Cup tentou impor-se, e a United Cup reinventou tudo. Uma história onde o ténis se vive em equipa.
Num mundo onde cada troca se desenrola online e ao ritmo das stories e dos threads, os grandes torneios de ténis não são mais julgados apenas pelos seus resultados.
Eram três a sonhar com Auckland, mas apenas uma conseguiu manter-se firme. Entre renascimento e desilusões, as qualificações neozelandesas ofereceram a sua dose de emoções.
O público de Limoges acreditou: duas francesas nas semifinais era possível. Mas apenas Elsa Jacquemot se impôs na sexta-feira, após um jogo surpreendente. Friedsam, Bucsa e Kalinina completam um último quadrado indeciso.