Antes de ser nº1 mundial e vencer os quatro Grand Slams, Carlos Alcaraz viveu uma noite fundadora no Rio aos 16 anos, com garra, variedade e crença. Regresso ao duelo que lançou tudo.
O fenómeno Moïse Kouamé continua a dar que falar. Enquanto Nicolas Mahut defende discrição, Benoît Maylin revolta-se: para ele, proteger em excesso o jovem talento seria um erro.
Vencedor do 246.º do mundo em Lille, o jovem francês qualificou-se para os quartos de final do Challenger. Mas com o entusiasmo a crescer, Nicolas Mahut apela à prudência: «Deixem-no crescer.»
Antes de ser campeão do Open da Austrália, Alcaraz impressionava já os gigantes: Isner recorda primeiro treino com calor sufocante e talento incrível de um jovem de 17 anos.