Tsonga, Monfils, Gasquet e Simon brilharam no top 10 ATP com carreiras consistentes, mas sem Grand Slams, sofrendo zombarias em França. Pressão mediática e domínio do Big 3 explicam o percurso de uma geração talentosa mal avaliada.
Conclusão unânime após o Open da Austrália: o primeiro Grand Slam do ano deixou os fãs desiludidos. Até os antigos jogadores Steve Johnson e Sam Querrey não pouparam nas críticas.
Recém-reformado, Milos Raonic não poupou palavras sobre o coaching agora permitido no circuito ATP. Para o ex-número 3 mundial, esta regra fez o ténis perder a sua alma e carácter único.
Milos Raonic, antigo número 3 mundial, põe fim à carreira após anos de dedicação e uma final em Wimbledon. Num comovente comunicado, o canadiano reflete sobre o seu percurso, sonhos realizados e gratidão.