Tsonga, Monfils, Gasquet e Simon brilharam no top 10 ATP com carreiras consistentes, mas sem Grand Slams, sofrendo zombarias em França. Pressão mediática e domínio do Big 3 explicam o percurso de uma geração talentosa mal avaliada.
Em 2022, Ashleigh Barty realiza o sonho: vencer em casa no Open da Austrália. Uma façanha histórica seguida de uma decisão chocante: abandonar tudo no topo da glória.
Numa entrevista apaixonada, Greg Rusedski entusiasma-se por Marcelo Rios, antigo número 1 mundial de génio inacabado. Segundo ele, sem as lesões, o chiliano teria conquistado vários Grand Slams e marcado a história do ténis moderno.