Duos míticos, formatos ousados, emoções partilhadas: a Hopman Cup abriu o caminho, a ATP Cup tentou impor-se, e a United Cup reinventou tudo. Uma história onde o ténis se vive em equipa.
Num mundo onde cada troca se desenrola online e ao ritmo das stories e dos threads, os grandes torneios de ténis não são mais julgados apenas pelos seus resultados.
O termo Fan Week é cada vez mais popular no desporto. Com o objetivo de dinamizar o ténis e torná-lo atrativo aos olhos de todos, este evento, que se tornou indispensável em alguns torneios de maior relevo, conhece um sucesso crescente.
Durante muito tempo considerada como uma simples entrada em cena antes do grande espetáculo, a semana das qualificações impõe‑se agora como um evento por direito próprio. Entre emoções brutas, inovações espetaculares e afluência recorde, a Opening Week está a abalar os códigos do ténis mundial.
Entre a estreia da Austrália em casa, o choque Rinderknech–Wawrinka e os primeiros passos dos Estados Unidos, a segunda jornada da United Cup promete emoções fortes.
Golpe duro para a Austrália antes da United Cup: Maya Joint, 32.ª mundial, está doente e ausente dos media. O seu capitão Lleyton Hewitt mantém-se otimista, mas o suspense permanece antes do encontro contra a Noruega.
De janeiro a novembro, o ténis mundial vibrou ao ritmo dos feitos de Alcaraz, Sinner e Sabalenka. Entre recordes, rivalidades e revelações, regressamos a uma temporada 2025 que cumpriu todas as suas promessas.
De Rabat a Eastbourne, Maya Joint conquistou o circuito WTA com frescura e determinação. Entre progressão fulgurante e ambições moderadas, a tenista australiana faz um balanço da sua temporada.