Ao longo da carreira, Andy Murray sonhou com o título no Open da Austrália. Ex-número 1 mundial e rival do Big 3, construiu um palmarés excecional, mas falhou sempre em erguer o troféu em Melbourne, apesar de cinco finais disputadas.
O alemão afunda-se numa espiral inédita: três derrotas consecutivas com pelo menos um 6-0 em cada partida. Estatística raríssima que questiona o futuro da temporada.
Após uma campanha histórica, Raphaël Collignon saboreia a força do coletivo belga e sonha agora com um momento único: partilhar a seleção com o seu ídolo David Goffin, símbolo de uma geração dourada que ainda inspira os jovens talentos.