Em 20 anos, o ténis profissional mudou radicalmente: superfícies mais lentas, bolas alouradas, corpos otimizados. Atrás desta busca pela eficiência máxima, uma questão essencial: perdeu o jogo parte da sua diversidade e magia?
Com apenas 22 anos, Carlos Alcaraz acaba de ultrapassar um marco. O espanhol atingiu as 50 semanas como número 1 mundial, um limiar mítico reservado a um punhado de eleitos.