Em 20 anos, o ténis profissional mudou radicalmente: superfícies mais lentas, bolas alouradas, corpos otimizados. Atrás desta busca pela eficiência máxima, uma questão essencial: perdeu o jogo parte da sua diversidade e magia?
Novak Djokovic aborda o Open da Austrália com a mesma chama do início. O sérvio visa o 25.º título de Grand Slam e confessa que ainda vive o sonho, impulsionado por uma paixão intacta e uma energia que compara a uma droga.