O ténis nunca para… ou quase. Por trás dos torneios em cadeia, os campeões devem aprender a parar para durar. De Federer a Alcaraz, investigação sobre essas poucas semanas decisivas onde tudo se joga: repouso, relaxamento, renascimento.
Novak Djokovic aborda o Open da Austrália com a mesma chama do início. O sérvio visa o 25.º título de Grand Slam e confessa que ainda vive o sonho, impulsionado por uma paixão intacta e uma energia que compara a uma droga.