O ténis nunca para… ou quase. Por trás dos torneios em cadeia, os campeões devem aprender a parar para durar. De Federer a Alcaraz, investigação sobre essas poucas semanas decisivas onde tudo se joga: repouso, relaxamento, renascimento.
Em 1983, o Open da Austrália lutava pela sobrevivência. Desertado pelas estrelas, apostou num prize money inédito para atrair os melhores. Resultado: McEnroe, Lendl e Wilander apareceram, e o torneio entrou numa nova era.
Com apenas 22 anos, Carlos Alcaraz acaba de ultrapassar um marco. O espanhol atingiu as 50 semanas como número 1 mundial, um limiar mítico reservado a um punhado de eleitos.