A 106ª mundial não quer mais olhar para trás. Com Michael Joyce ao seu lado, Katie Boulter mira alto e assume as suas ambições: voltar a ser uma jogadora do top 20.
Enquanto as federações têm dificuldade em reinventar-se, as academias privadas captam os talentos… mas também as famílias capazes de investir dezenas de milhares de euros por ano. Um sistema cada vez mais eficaz, mas também cada vez mais desigual.