Tsonga, Monfils, Gasquet e Simon brilharam no top 10 ATP com carreiras consistentes, mas sem Grand Slams, sofrendo zombarias em França. Pressão mediática e domínio do Big 3 explicam o percurso de uma geração talentosa mal avaliada.
Em 2022, Ashleigh Barty realiza o sonho: vencer em casa no Open da Austrália. Uma façanha histórica seguida de uma decisão chocante: abandonar tudo no topo da glória.
Quatro finais e nenhum título: a frustração foi demasiada para Alejandro Davidovich Fokina. O 14.º do mundo cortou pela raiz e inicia um novo capítulo com Mariano Puerta para a temporada de 2026.